quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

A proteção social que falta a Estados e municípios sobram nas desmazelas amplamente protegidas pelo descaso do uso do dinheiro público.






Há mais de 2000 comunidades terapêuticas no Brasil, oferecendo tratamento a mais de 40.000 residentes e empregos a milhares de funcionários. Dados à disposição em http://migre.me/dfCge

Questão de saúde pública, a dependência química pode ser tratada em três modalidades: sistema aberto,  que pode ser oferecido nas Unidades Básicas de Saúde e é ideal para pessoas com comprometimento e motivação para deixar as drogas.  Há alguma Unidade próxima a sua casa que socorra dependentes químicos?

Na modalidade  “Semi-aberto”, o tratamento  é realizado nos CAPS/ad (Centro de Atenção Psicossocial álcool e drogas) e hospital/dia e são indicados para pessoas com motivação, mas muito dependentes. É necessário que haja uma equipe multiprofissional para atendimento individual. No hospital/dia, o paciente passa 8 horas por dia e evita a internação integral. 

Estas modalidades de atendimentos foram estabelecidas em: Portaria/GM nº. 336, de 19 de fevereiro de 2002 e Portaria nº. 224/92//MS. Contudo, a  Política do Ministério da Saúde para a Atenção Integral a Usuários de Álcool e outras Drogas, de 2004, o CAPS/ad.  destaca o oferecimento de atividades terapêuticas e preventivas à comunidade. Onde estão essas políticas? O que de concreto a Secretaria da Saúde oferece aos cidadãos de Pindamonhangaba?

Tratamentos da dependência química acessíveis nas UBS, em regime aberto, e oferecidos no município nas outras modalidades (regime semi-aberto e integral) através de Centros de Recuperação e de Comunidades terapêuticas são políticas públicas das quais necessitamos urgentemente. 


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